De um momento para o outro a nossa vida muda. Estamos em mudança constante. De um segundo para o outro perdemos pessoas importantes na nossa vida, e por vezes basta um instante para encontrar alguém por quem temos andado a procura a vida toda, e ainda mais um segundo para voltar a perder, para depois conquistar novamente. As mudanças do ciclo de vida são das mais variadas que se pode imaginar. Umas são para melhor. Outras são para pior. Mas todas eles fazem parte da vida. Umas por vezes não custam nada, mudar de estilo, mudar de pensamentos, mudar de emprego. Outras estão rodeiadas de sofrimento. Mudar de pais, mudar de amigos, mudar de amores.
Que acontece quando somos confrontados com estas mudanças e nada podemos fazer para o impedir? Sofremos naturalmente. Mas esse sofrimento fornece a energia necessário para viver. De certo modo sofrer faz com que exista uma vontade de procurar uma situação melhor. E isso implica mais uma mudança. Isto é, na realidade um ciclo vicioso, onde a única forma de o travar é a monotonia. E quem gosta disso? Ninguém. Por isso temos mais é que aceitar estas mudanças. Porque, quer se aceite, quer não, a vida é um instante muito breve onde de um momento para o outro acontece mais uma mudança que não podemos controlar. A morte. A mudança suprema, aquela em que passamos de um mundo para o outro, e não levamos nada conosco, apenas deixamos. Deixamos as recordações com que os vivos ficam de nós, e até essas recordações tem data de validade associada mais uma vez a morte.
Por isso, não devemos tentar fugir as mudanças que cruzam o nosso caminho, mas sim enfrentar cada uma delas com coragem e com a idéia que essa mudança pode ser para melhor.
"A vida são dois dias, o de ontem já passou e o de hoje está a acabar. Amanhã está no incerto. Aproveitam cada nova oportunidade."
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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Felicidade

Felizmente todos os dias eu sorriu, o que para mim é óptimo. Adoro rir, inventar piadas, fazer os outros rir... Mas isto não acontece em todo o lado, em África por exemplo ver uma criança a sorrir é uma sorte. Se ela sorrir devemos considerar uma benção, porque infelizmente o seu quotidiano não é dos melhores! Cerca de 24000 pessoas no mundo morrem à fome por dia! Sim é um valor aterrorizador, mas não é só por causa da instabilidade politica que esse país vive, mas sim por nossa causa. Sim. não é verdade que todos os dias desperdicamos comida? que por exemplo temos roupa que já não usamos e deitamos para o lixo. Simples actos como este podem mudar a vida de uma criança.
Mas será que a felicidade é só mostrar um sorriso? Ou que não é por um sorriso que se ve que uma pessoa é feliz?
É difícil ser feliz; requer espírito, energia, atenção, renúncia e uma espécie de cortesia que é bem próxima do amor. Às vezes é uma graça ser feliz. Mas pode ser, sem a graça, um dever. Um homem digno desse nome agarra-se à felicidade, como se amarra ao mastro em mau tempo, para se conservar a si mesmo e aos que ama. Ser feliz é um dever. É uma generosidade.
Ser feliz é fazer de cada minuto, um momento especial.
Por isso se este texto te fez pensar, lembra-te que se te sentires infeliz, lembra-te dos teus amigos, da tua família e que nada está perdido! :O
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Porquê agora?

Muitos de nós deparamo-nos com esta pergunta diariamente. Nada está planeado. Pensamos que sim, mas não. E este blogue foi mesmo criado para isso. Quero neste blogue poder libertar-me por um meio que não consigo. Quero expressar-me por palavras. Quero sentir-me livre. Sentir que por uma vez na vida sou capaz de fazer isto. Este post é pequeno mas quero que este blogue fique enriquecido com bom texto que vocês, os meus leitores gostem :D
Na verdade, quando pensamos que estamos a escapar, estamos frequentemente, ainda que não o saibamos, a correr o mais que podemos para nos envolvermos precisamente naquilo que tememos. Nas relações, em particular, parecem existir correntes submersas ocultas que utilizam os nossos desejos e intenções conscientes, para produzir o efeito oposto ao que pretendemos.De facto, parece que qualquer relação significativa tem uma vida própria independente, com um propósito oculto à nossa percepção consciente.
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